sábado, 12 de outubro de 2019

O legado agrícola

A agricultura (cultivo dos campos, no Latim), está presente entre nós desde nossa origem, na África, mas ganhou força entre os Sumérios. Com o passar dos séculos, a agricultura também evoluiu, seguindo os passos da humanidade. Desde a chegada dos tratores ao campo, em 1904, a humanidade passou pelo processo de mecanização da agricultura. Por qual motivo deixar 100 trabalhadores braçais ardendo no Sol quente, para se colher algumas espigas de milho, se uma máquina agrícola pode fazer mil vezes mais rápido? E assim tudo foi se modernizando. Hoje, nenhum grão costuma apodrecer ou se perder entre as variações climáticas, pois temos silos térmicos, especialmente projetados para isso, e até mesmo elevadores de grãos que aspiram a safra, e a injeta no silo sem que ela se perca. Ainda há muito o que ser melhorado, mas se hoje aquela ervilha verdinha e fresquinha chegou sã e salva na nossa mesa, devemos isso a todos os que estiveram envolvidos não só na logística como também no progresso agrícola ao longo da história. 
-Rubio Monroe

O legado das Torres Gêmeas


Esta fotografia foi tirada no térreo de uma das Torres Gêmeas de Nova York. Podemos ver claramente a determinação do povo americano. A perfeição daquele prédio, desde o piso, montagem das paredes, e até mesmo a simetria das luzes internas, com lâmpadas muito bem posicionadas. Também vemos todas as bandeiras. Era um pedacinho da gente, que estava lá dentro. Infelizmente, o castelo de cartas desmoronou, todas as bandeiras mundiais que ali estavam, viraram cinzas, e a humanidade entrou em seus anos mais difíceis. Mas ainda há esperança!
-Rubio Monroe

A industria alimentícia

Desde o aperfeiçoamento da tábua de cortes, até a invenção do processador de alimentos, a humanidade vem passando por um longo avanço, com a mecanização na preparação dos alimentos, que hoje não precisam mais estar debaixo de banha, para serem conservados, basta um freezer, e podem ser facilmente encontrados nas prateleiras dos supermercados. Mas existem erros a serem corrigidos, quando o assunto é o abate de animais, por exemplo. Há empresas que desempenham um papel exemplar, sem trazer sofrimento ao animal, como é o caso da BRF, que aciona uma pistola elétrica para induzir vacas ao sono profundo, antes do abate, mais ou menos como uma anestesia geral. Ainda levaremos uns 100, ou talvez 200 anos, até conseguirmos nos desapegar da carne, mas pelo menos enquanto ainda estamos consumindo, o ideal é evitar o sofrimento dos animais. Outra coisa que precisa mudar urgentemente, é o uso indiscriminado de agrotóxicos para controle de pragas, a alta dosagem de sódio nos alimentos que vem da indústria, os conservantes presentes nos alimentos e nos doces, incluindo um teor absurdo de açúcar que o o organismo humano não aproveita para nada, e como produzir esses alimentos com embalagens 100% biodegradáveis. Será que vamos atingir a nossa meta para 2050? 
-Rubio Monroe

O legado do jogo The Sims

O mais famoso simulador de seres humanos do mundo, lançado nos Estados Unidos no ano 2000, se tornou febre mundial. The Sims só não conquistou a Antártida, e os ursos polares, pois o sucesso foi praticamente unânime em todos os países. O que explica esse sucesso? Qual a receita de bolo? A simplicidade. No jogo, somos levados para um mundo um pouco mais tranquilo, criamos a família e a casa dos nossos sonhos sem precisar pagar impostos abusivos, brincamos de ser DEUS ao interferir nas ações dos personagens do jogo, e o que é mais incrível, passamos a observar o ser humano em sua total complexidade. Um jogo onde FRONTEIRAS, não existem. A única coisa que separa uma família da outra, é a rua, ou o riacho que atravessa o bairro. Não há injustiças, segregação social, homofobia, ou divisões etnicas. Pelo menos em The Sims, a gente começou a entender que sempre fomos uma só nação, e um só povo, e como é divertido ser humano. Sem contar os detalhes do jogo, que são de tirar o fôlego! Lá existe uma moeda própria, produtos próprios, de marcas fictícias, um idioma que possui dialetos em Latim e outras línguas misturadas, e até serviço postal, e entregador de pizzas. O jogo inaugurou no Terceiro Milênio, uma nova forma de perceber a humanidade e o que somos. 
-Rubio Monroe

O legado do Imperio Romano

Senatus Populusque Romanus! Ah...o senado! Ah...o povo romano. Tudo parecia tão perfeito. Só que não! Roma foi o império mais sangrento, que mergulhado no sangue do próprio autoritarismo, caiu, com a Tomada de Constantinopla, pelos turcos. Mas Roma ainda vive. Roma está no nosso alfabeto: Aa, Bb, Cc...o ALFABETO LATINO. O Latim ainda é uma língua muito usada por juristas, e na ciência. Eu sou o único artista no mundo, que uso o Latim pelo intervalo mais longo de tempo: 2005 A 2019! E Roma também está presente em nossas bandeiras. Em nossos governos, e em nossa forma de nos manifestar com baderna, quando a situação foge do controle, afinal, quem tem boca: VAIA ROMA! Mas Roma também nos trouxe o lado bonito de tudo isso. Após a Pax Romana, o mundo passou por um longo processo de evolução, e progresso, e os reflexos positivos do império estão presentes ainda hoje, na nossa culinária, nas canções gregorianas, e na eterna ligação do homem com instituições religiosas, corrompidas ou não. Nossa língua Portuguesa, e quase todas as outras línguas latinas e indo-europeias, possuem em Roma, uma raiz impossivel de ser cortada. Apesar dos tropeços do império, que incluem desde a crucificação de Jesus Cristo, até a sangrenta perseguição da Igreja Católica a quem pensasse diferente, podemos dizer que Roma deixou sim, um bom e rico legado. O legado do que jamais deveremos fazer novamente. E o legado de tudo que um dia já deu certo. Valeu, SENATUS POPULUSQUE ROMANUS! ECCE HUMANITATI. 
-Rubio Monroe