Desde o aperfeiçoamento da tábua de cortes, até a invenção do processador de alimentos, a humanidade vem passando por um longo avanço, com a mecanização na preparação dos alimentos, que hoje não precisam mais estar debaixo de banha, para serem conservados, basta um freezer, e podem ser facilmente encontrados nas prateleiras dos supermercados. Mas existem erros a serem corrigidos, quando o assunto é o abate de animais, por exemplo. Há empresas que desempenham um papel exemplar, sem trazer sofrimento ao animal, como é o caso da BRF, que aciona uma pistola elétrica para induzir vacas ao sono profundo, antes do abate, mais ou menos como uma anestesia geral. Ainda levaremos uns 100, ou talvez 200 anos, até conseguirmos nos desapegar da carne, mas pelo menos enquanto ainda estamos consumindo, o ideal é evitar o sofrimento dos animais. Outra coisa que precisa mudar urgentemente, é o uso indiscriminado de agrotóxicos para controle de pragas, a alta dosagem de sódio nos alimentos que vem da indústria, os conservantes presentes nos alimentos e nos doces, incluindo um teor absurdo de açúcar que o o organismo humano não aproveita para nada, e como produzir esses alimentos com embalagens 100% biodegradáveis. Será que vamos atingir a nossa meta para 2050?
-Rubio Monroe

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